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27 de novembro de 2013

[Entrevista] "Saber escolher as músicas faz toda a diferença", diz Sam Alves

Ter um repertório que atenda bem às características da voz faz toda a diferença para o desempenho de um cantor. A opinião é do cearense Sam Alves, 24 anos, um dos favoritos à segunda edição do "The Voice Brasil", exibido às quintas-feiras na TV Globo. O cantor é um veterano do formato, uma vez que já havia participado da competição nos Estados Unidos, onde vive e estuda.

Segundo ele, não há muitas diferenças entre o "The Voice" brasileiro e o americano. O cantor destaca os ritmos brasileiros como a maior vantagem do nacional. Em entrevista por e-mail, Sam diz que espera conseguir construir uma longa carreira após o programa.


Folha - Por que resolveu participar do programa?
Sam Alves - Depois de participar do "The Voice" nos EUA, recebi muitas mensagens de apoio do Brasil. A maioria dizia que se eu tentasse o "The Voice Brasil" minha voz não iria passar despercebida pelos técnicos. Pensei muito na possibilidade e como seria. Até que minha mãe pediu que eu parasse de pensar e me inscrevesse.

Acredita que sua carreira vai mudar depois do "The Voice Brasil"? O que espera?
Com certeza. Depois do programa muitas pessoas passaram a conhecer minha voz. Espero aproveitar muitas outras oportunidades como essa de criar música, trabalhar com outras pessoas e assim construir uma longa carreira.

Como escolhe as músicas que vai cantar?
Gosto de transmitir a mensagem que a música nos dá. Então, antes de tocar a plateia, tenho que ser tocado por aquela música. Sempre procurando algo na música com que eu possa me relacionar, dar a ela minha "cara". O cantor tem que saber escolher as músicas certas para ele, pois isso faz toda a diferença.

Alguns produtores musicais dizem que os participantes cantam com um estilo muito semelhante entre si. Concorda? Preocupa-se em não soar pasteurizado?
Eu acho que existe individualidade em todos os participantes. Todos nós estamos ali porque temos um dom, um talento que aperfeiçoamos durante os anos. Quando tentamos nos comparar um ao outro começamos a não enxergar o brilho que cada um de nós traz ao palco. Podemos ter as mesmas influências musicais, mas cada um tem algo diferente.

Já participou da versão americana deste programa. É muito diferente da brasileira?
São poucas as diferenças. Mas o "The Voice Brasil" exalta a riqueza da música brasileira, são mais opções de estilos musicais. No Brasil tem samba, forró, axé, sertanejo etc. Não há esses estilos no "The Voice" americano, eles deixa o programa brasileiro com mais chances de surpresas em relação ao repertório. Outra coisa interessante é algo que tem a ver com o aspecto cultural de nós brasileiros. Percebi que no Brasil existe um carinho maior e amizade entre os participantes e a produção, nos sentimos mais próximos. A produção também se entristece com a saída de algum participante e se alegra com as vitórias.

O que considera ser o melhor e o pior do "The Voice Brasil"?
Existem tantas coisas boas no "The Voice Brasil" para mim. Fica difícil escolher uma só. Mas acho que se pudesse destacar uma coisa, diria que são os relacionamentos que formamos enquanto estamos no programa. O pior eu diria que é ter somente um vencedor!


Créditos: Folha de São Paulo

26 de novembro de 2013

[Vídeo] Inscrição de Amanda Amado


Já mostramos aqui e aqui os vídeos de inscrição de alguns dos candidatos desta segunda temporada do The Voice Brasil. Hoje é a vez de Amanda Amado, salva por Lulu Santos na fase de Batalhas. No vídeo, a cantora interpreta "Fora da Ordem", de Caetano Veloso.Confira:

 

[Vídeo] Entrevista com Júlia Tazzi


A baiana Júlia Tazzi, que concorreu com Rully Anne no último dia da fase das Batalhas foi entrevistada pelo site iBahia. Durante o bate-papo, super descontraída, a cantora falou sobre o nervosismo durante a apresentação no reality, a ajuda do técnico Lulu Santos e a escolha de Claudia Leitte no 'Peguei'. Confira:

25 de novembro de 2013

[Vídeo] Rodrigo Castellani no "Revista RPC"

Digão Castellani, um dos participantes paranaenses desta 2ª edição do The Voice, foi entrevistado do programa "Revista RPC ", transmitido pela afiliada da Globo no Paraná. Além de contar um pouco sobre o início de sua carreira musical, Rodrigo também topou um desafio. Confira neste link o vídeo com a entrevista.


Vem surpresa por aí...

Quem acompanha os participantes do The Voice pelas redes sociais, já sabe: vem novidade boa por aí! Alguns dos eliminados na fase de Batalhas têm postado mensagens e fotos contando que em breve teremos surpresas... 

Elias Moreira postou uma foto em sua página no Facebook, com a seguinte legenda: "Óia nóis reunidos de novo. Galera, logo logo vem coisa boa por aí e vamos contar com a tocida de vocês hein?!"


Vivian Lemos também postou em sua fanpage no Facebook uma mensagem seguida de duas fotos (abaixo): "Amorecos!! Fiquei sem postar um tempinho... vocês ficaram com saudades?! Foi por um bom motivo!! Vem coisa boa por aí... Olha com quem eu tô agora! Beijooooones!!!"


Vale lembrar que Boninho recentemente ao responder em seu perfil no Twitter sobre a probabilidade de uma repescagem, avisou: "Nao rola repescagem ” Caldeirao do Huck vai dar uma chance para o pessoal das batalhas."


Agora, nos resta esperar e torcer. Será que logo, logo teremos algumas das nossas vozes eliminadas nas tardes de sábado????



Após 'The Voice', Aila Menezes inicia apresentações em Salvador

A vida segue para a cantora Aila Menezes. Após ser eliminada do 'The Voice Brasil' na fase das batalhas, a baiana inicia um projeto na capital baiana a partir do dia 1° de dezembro. Segundo informações do jornal 'Correio da Bahia', a festa 'Noite da Styllosa' acontece na San Sebastian e tem previsão para ser repetida quinzenalmente.


Para a ocasião, Aila promete misturar o samba com muita música eletrônica. Vale lembrar que, no show, a loira não estará acompanhada da banda Cabeça de Nós Todos. A 'Noite da Styllosa' é um projeto paralelo que conta com o marido da cantora, o músico Mikael Mutti, como um dos integrantes. 

[Vídeo] Clipe "Na Palma da Mão", de Ju Moraes


Ju Moraes, finalista do time de Claudia Leitte na 1ª temporada de The Voice, segue divulgando seu CD, que em breve deve ser lançado.

O clipe da música "Na Palma da mão", carro-chefe do disco, já tem mais de 75 mil visualizações no You Tube.

E para quem quer baixar o single, é só acessar a página oficial da Ju.

24 de novembro de 2013

Claudia Leitte ensina a sobreviver após o 'The Voice Brasil'

Em entrevista ao site de VEJA, a cantora, que agora é também empresária, orienta jovens talentos sobre como aproveitar a janela aberta pelo programa


Capaz de arrastar multidões em seus shows ou num trio elétrico, Claudia Leitte, que acumula hits e fãs, tornou-se admirada também por se consagrar como uma das quatro técnicas do The Voice Brasil. O reality show de cantores da Rede Globo, em sua segunda edição, assumiu rapidamente a condição de maior lançador de talentos do mercado da música, e alimenta o sonho de milhares de amadores pelo Brasil. Tão importante quanto ser finalista é despertar a atenção dos tutores, que podem apadrinhar uma carreira e abrir as portas do mercado. Mas nem tudo são flores, ensina Claudia, no caminho até o sucesso.

“Um bom gerenciamento de carreira é importante, mas há muitos outros. Primeiro, o artista precisa saber o que quer e aonde deseja chegar”, avalia. Em entrevista ao site de VEJA, a cantora - que há pouco mais de um ano decidiu também investir na carreira de empresária, fundando a 2Ts - contou que treina os candidatos de sua equipe no The Voice Brasil tentando vislumbrar o futuro, mas com a noção de que o dono da voz é quem faz seu caminho. “Acho que a responsabilidade é de quem tem o sonho, que precisa saber como aproveitar esse momento”, comenta ela. Confira os principais trechos da entrevista:

O que você leva em consideração ao escolher uma voz no The Voice Brasil? Tem que ser pela emoção. Quando eles chegam ao palco, a gente já sabe que têm talento, potencial. Muitos já têm uma longa estrada, a leva de profissionais é gigantesca. Então, eu não quero uma voz de alcance extraordinário. O cara tem de tocar a minha alma.

Depois da escolha, você trabalha com os candidatos pensando na carreira que eles podem seguir? A gente olha a carreira sim, a começar pela construção do repertório. Eu e minha equipe no programa (produtores e diretores musicais) nos preocupamos muito com o segmento de cada um. Mas a gente precisa que o cantor se entregue de corpo e alma. Tudo é mais consequência do que ele mostra no palco.

Se quase todos ali são profissionais, qual é exatamente a função do técnico? Distribuo toda a minha experiência. Eu me vejo em muitos deles, quando comecei a carreira, dez anos atrás. E estou ali para dizer: "Venha por aqui, porque deu certo para mim". Eles precisam de direção, para diminuir, por exemplo, alguns exageros. No afã de mostrar muito no palco, às vezes eles abusam das firulas. Entendo que é a chance de mostrar tudo o que têm, mas florear a música o tempo inteiro deixa a apresentação cansativa. Geralmente, tenho de podar um pouco mais nesse sentido. Também tento lembrá-los sempre de que dividir é sempre melhor. É uma competição, claro, mas eles fazem música e não podem deixar a disputa passar à frente do fato de que são servos das pessoas. O talento deles está a serviço dos outros.

Como aproveitar melhor essa chance para continuar fazendo sucesso mesmo após o fim do programa? Acho que a responsabilidade é de quem tem o sonho, que precisa saber como aproveitar esse momento. Se você parar para pensar, essa experiência só tem coisas positivas. Quem não quer ter acesso a um dos maiores diretores da televisão brasileira? Boninho respira música. Ainda estou trabalhando com Torquato Mariano e Lincoln Olivetti. São músicos fenomenais que só tive acesso anos depois de fazer sucesso. E este é o primeiro passo da carreira de muitos ali. Eles vivem uma atmosfera especial. Então, além dessa rede de relacionamento, se ele tiver sabedoria e consciência de que aquilo é uma grande oportunidade, vai conseguir se dar bem.

Mas a maioria dos participantes desse tipo de programa não consegue ir adiante. O que falta? Um bom gerenciamento de carreira é importante, mas há muitos outros fatores fundamentais a se observar. Primeiro, o artista precisa saber o que quer e aonde deseja chegar. Mas tem coisas que a gente não encontra na prateleira do supermercado. Carisma, por exemplo. Quem explica o carisma? Não existe fórmula. E não dá para prever o que vai acontecer, depende muito do momento também. Acho que as pessoas fazem uma relação estranha entre sucesso e fama. Estar na mídia não significa necessariamente fazer sucesso.

Há cerca de um ano você começou a investir na carreira de empresária. Foi motivada por esses novos talentos que aparecem no The Voice Brasil? Sim, o programa me incentivou muito. Eu já tinha esse desejo, mas ganhei confiança e conheci mais pessoas. Durante a produção do Axé (novo trabalho que será lançado no fim deste ano), coloquei uma menina para ser meu cover. Gravamos as músicas todas antes, fizemos as marcações e ela ficou no meu lugar. É sensacional quando você consegue se ver de fora e pode consertar na hora aquilo que não está bom. Se eu posso fazer isso por mim, porque não fazer para outra pessoa?

Seu escritório começou a agenciar Mira Callado, participante da primeira edição. O que te fez olhar para ela, que era do time de Carlinhos Brown? Gosto do jeito como ela se porta no palco, como diz as coisas de uma maneira forte até quando quer ser doce. E a voz dela é algo indiscutivelmente bom, gostosa de ouvir. Ela é uma joia no palco e sabe o que quer.

Já pensa em buscar outros talentos nesta edição? O trabalho com Mira está só começando. Quero muito mais dessa parceria. Estou esperando um pouco mais para invadir a seara dela com gosto, estou me reservando para fazer isso. Por isso, pelo menos por enquanto, não posso dar conta de mais ninguém. Mas me sinto muito otimista em relação a isso, tenho vontade de ter mais gente. Gosto de produzir.


Créditos: Veja

The Voice ao vivo também no Nordeste

Boas notícias para o pessoal do Nordeste, que vinha acompanhando o The Voice com uma hora de atraso, por causa do horário de verão.

A partir desta semana, com o início dos programas ao vivo e das votações do público, a Globo fará algumas modificações em sua programação: ao contrário do que foi especulado, a grade não será invertida, mas as novelas sofrerão pequenos ajustes de horário para acomodar o programa ao vivo na região.

Só falta ainda uma definição sobre a Região Norte, e por isso foram gravadas duas chamadas sobre a etapa ao vivo, uma com e outra sem o Norte.



Créditos: Coluna Flávio Ricco

23 de novembro de 2013

Mira Callado faz show no Rio e convida "Voices"

Na semana passada Mira Callado (semifinalista do Team Brown na primeira temporada de The Voice Brasil) fez show no Teatro Rival, no Rio, e recebeu convidados muito especiais: Aila Menezes (Team Brown), Nando Motta e Bruna Borges (Team Lulu) do The Voice 2013, além dos colegas de primeira edição Ana Rafaela e Marquinho OSócio. Todos subiram ao palco para cantar “Olhos Coloridos”, sucesso na voz de Sandra de Sá. “O The Voice Brasil dominou o palco. A galera apareceu e fizemos uma música juntos. Foi lindo. Nada foi combinado. Eles foram me prestigiar e não resisti. Chamei todos para subirem ao palco comigo”, conta Mira.


Fã de Mira desde a edição de 2012, Bruna Borges acompanhava os shows da cantora por vídeos e fotos nas redes sociais. “O Nando Motta que me chamou para ir. O show foi incrível e me emocionei muito. Foi uma sensação indescritível porque estávamos cantando junto a uma das maiores cantoras do país, para mim”, diz a pernambucana. "Foi a maior festa. Nunca tínhamos cantado juntos e no final das contas foi super bacana", completa Nando. 

Aila Menezes, que conheceu Mira através de Ju Moraes, também participante de 2012, ficou satisfeita com o convite. “Foi um prazer imenso participar e cantar com ela. Para mim, Mira tem uma das melhores vozes do Brasil. Se destacou muito no programa do ano passado. Independentemente de ser amiga, acho que ela tem uma voz incrível. Assim como aconteceu com ela, nós, desta edição, temos muitos frutos para colher”, acredita.





22 de novembro de 2013

Um balanço das Batalhas



Encerrada a fase das Batalhas, é chegada a hora do nosso balanço sobre o que rolou até agora no nosso programa predileto.

Após 24 batalhas, 36 participantes continuam concorrendo nesta segunda temporada.

- O time que mais perdeu participantes foi o Team Daniel. Dos 12 eliminados até o momento, 5 eram originalmente do time do sertanejo. 

- Já a equipe de Lulu Santos foi a que mais conseguiu se manter: apenas 1 concorrente do time (Bruna Borges) deixou o programa.

André e Kadu, únicos salvos do time de Daniel, e Bruna Borges, a eliminada do time Lulu.

- 2 eliminados (Gabriela Mattos e Elias Moreira) tiveram 4 cadeiras viradas nas Audições às Cegas, o que comprova que "candidatos de 4 cadeiras" nem sempre conseguem ir longe na competição.

Gabriella e Elias: 4 cadeiras viradas e eliminados na fase de Batalhas
- 4 dos candidatos eliminados haviam sido escolhidos por 2 técnicos (Maysa, Kaio Deodato, Vivian Lemos e Swellen Pimentel).

- Dos 12 candidatos que garantiram uma segunda chance após terem sido pegos por outros técnicos, 5 eram do time de Lulu Santos

- Carlinhos Brown usou todos os seus 3 "Peguei" com concorrentes que pertenciam originalmente ao time de Lulu: Rodrigo Castellani, Rafael Furtado e Bruna Barreto.

Bruna Barreto, Rafael Furtado e Rodrigo Castellani: eram Team Lulu, agora são Team Brown

- Nenhum dos 3 candidatos salvos por Lulu Santos nas Batalhas (Carina, Amanda e a dupla André e Kadu) haviam sido escolhidos por ele na etapa de Audições às cegas.

- Daniel também não virou sua cadeira para nenhum dos participantes pegos por ele (Samya Nalany, Herli Dias e Marcela Bueno).

- Já Claudia Leitte havia apertado o botão vermelho para os 3 novos integrantes do seu time, na fase de Audições. Dois deles (Julia Tazzi e Guto Santanna), haviam escolhido Lulu Santos ao invés da loira.

Guto, Julia e Khrystal: escolhidos duas vezes por Claudia Leitte

- Marcela Bueno e Rodrigo Castellani foram os candidatos mais disputados pelo "Peguei". Ambos foram "salvos" por três técnicos. Marcela escolheu Daniel, e Rodrigo optou por Brown.

- Entre os eliminados, há 9 mulheres e apenas 3 homens. Com isso, a disputa fica mais equilibrada: agora são 15 homens e 21 mulheres que permanecem no programa.

[Resumo] Batalhas III (21/11/2013)

Batalhas: os participantes são divididos em duplas, que se enfrentam numa disputa entre integrantes da mesma equipe. Após cada Batalha, só um é escolhido pelo seu técnico. Quem não foi escolhido, pode ser salvo por outro técnico, no 'Peguei'. Se mais de um técnico utilizar o 'Peguei' é o participante que escolhe para qual time quer ir. Quem vencer a batalha ou for salvo no ´Peguei´passa para a próxima fase.


Rafael Furtado x Nando Motta (Assista aqui) 
Música: Eleanor Rigby (Beatles)
Venceu: Nando Motta
Peguei: Carlinhos Brown



Swellen Pimentel x Rubens Daniel (Assista aqui) 
Música: O segundo sol (Nando Reis)
Venceu: Rubens Daniel
Swellen foi eliminada da disputa



Herli Dias x Angelo e Angel  (Assista aqui) 
Música: Vidro Fumê (Bruno e Marrone)
Venceu: Angelo e Angel
Peguei: Daniel



Nene Oliveira x Elias Moreira (Assista aqui) 
Música: One (U2)/Isn't she love (Stevie Wonder)
Venceu: Nene Oliveira
Elias foi eliminado do programa



Julia Tazzi x Rully Anne (Assista aqui) 
Música: Girl on fire (Alicia Keys)
Venceu: Rully Anne
Peguei: Claudia Leitte.



Maylssonn x Xandy Monteiro (Assista aqui) 
Música: Adeus América (João Gilberto)
Venceu: Maylssonn
Xandy foi eliminado da disputa



Débora Cidrak x Janaína Cruz (Assista aqui) 
Música: Titanium (David Guetta)
Venceu: Débora Cidrak
Janaína foi eliminada do programa



Alessandra Crispim x Kaio Deodato (Assista aqui) 
Música: Aquele Abraço (Gilberto Gil)
Venceu: Alessandra Crispim
Kaio foi eliminado da competição


21 de novembro de 2013

Simona e Vivian, eliminadas na última semana, deixam recado para os fãs

Simona Talma e Vivian Lemos, as duas participantes que deixaram o programa na semana passada, deixaram um recado para os fãs através de suas páginas no Facebook. Confira abaixo o que cada uma deles escreveu:


- Simona Talma

Eu vivo pra cantar e canto pra viver

Eu precisei ler muitas mensagens emocionadas, de um tempo, alguns poemas e canções pra saber exatamente o que dizer e como agradecer as mensagens, os sentimentos, as pessoas que tem mudado a minha vida. Obrigada por me tratarem com tanto amor, por fazerem acreditar mais em mim, por depositarem no trabalho o seu melhor, por cuidar de todos, obrigada por ofertarem tanto aos nossos artistas e ao nosso povo, por mostrar tantos talentos, por tratar os nordestinos com respeito, admiração e nunca com preconceitos, sempre com sorrisos e palavras de incentivo. Com vocês eu aprendi que não precisa ser "o mais esperto" pra ser um bom profissional, pra ter "sucesso", precisa amar o que faz, precisa tratar as pessoas com o mesmo amor e eu seguirei com o exemplo de vocês! Torcuato Mariano, Vinicius Rosa, Alexandre Castilho e Nina Eternamente grata! Mara e Valeria Toth  Carlinhos Brown por tudo e por sempre me fazer chorar! Rogério Flausino por toda a generosidade e respeito!
Muito Grata a Maria Gadú pelas palavras, pela sinceridade, pelo encanto, tá tudo guardado pra sempre aqui! Gabi Amarantos grata pelas palavras, pelo exemplo e pela força de mulher que é!  A Daniel por mostrar a alma com tanta facilidade, por dizer tudo só com o olhar e mesmo assim ainda dizer com palavras e gestos, como ninguém!A Lulu por ser o professor mais certeiro! 
Minha gratidão a todos os brasileiros que param pra me escrever textos emocionados, cheios de beleza e amor!Aos que ficaram tristes por mim, posso dizer não fiquem!Esse é o momento mais feliz da minha vida!É assim que canto:

Minha Missão
(João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro)

Quando eu canto
É para aliviar meu pranto
E o pranto de quem já
Tanto sofreu
Quando eu canto
Estou sentindo a luz de um santo
Estou ajoelhando
Aos pés de Deus
Canto para anunciar o dia
Canto para amenizar a noite
Canto pra denunciar o açoite
Canto também contra a tirania
Canto porque numa melodia
Acendo no coração do povo
A esperança de um mundo novo
E a luta para se viver em paz!

Do poder da criação
Sou continuação
E quero agradecer
Foi ouvida minha súplica
Mensageiro sou da música
O meu canto é uma missão
Tem força de oração
E eu cumpro o meu dever
Aos que vivem a chorarEu vivo pra cantar
E canto pra viver

Quando eu canto, a morte me percorre
E eu solto um canto da garganta
Que a cigarra quando canta morre
E a madeira quando morre, canta!


- Vivian Lemos

Meus amores!!

Vocês estão tristes? Não fiquem!!!
Sabe por quê?!
PORQUE NÃO ACABOU!
Porque eu estou muito feliz de ter tido a oportunidade de mostrar minha música, com transparência e sinceridade, na maior vitrine que alguém poderia ter nesse país. Conheci pessoas maravilhosas, amigos talentosíssimos que vou levar para a vida toda. Fui tratada com profissionalismo e respeito ímpar, dos estagiários aos diretores, toda a produção! Figurinistas, cabeleireiros e maquiadores baphônicos que me deixaram toda lynda e ryca, adoro vocês!!
Sem contar a pessoa extraordinária que mais me apoiou durante essa curta, porém extremamente proveitosa trajetória no programa, que acreditou em mim desde a minha audição regional do ano passado e que ainda acredita e apoia: Vinícius Rosa, como você mesmo costuma dizer, VOCÊ É FODAAAAA!!! Renato Fonseca e Mauricio Oliveira, que são os músicos fenomenais da banda do The Voice Brasil com quem eu mais tive contato, meu muito obrigado pela força e digo a vocês também: São FODAAAAAS! Aliás, todos os produtores responsáveis pelos arranjos e os músicos que trabalham no programa, vocês são todos incríveis!
A edição acaba cortando muita coisa, então direi novamente. Foi uma honra poder trabalhar com Daniel e Luiza Possi, pessoas simples, generosas e que vou levar em meu coração. 
Todos os participantes do #TheVoiceBrasil.. Amo vocês, seus esquisitos! rs 
Cecilia Militão, deeevah! Foi uma honra e um prazer cantar ao seu lado. Vamos repetir a dose em breve! 
Tiago Leifert , vulgo Titi Free Hugs, é mesmo um fofo! Obrigada pela torcida! 
Um obrigada SUPER especial à TV Tribuna e RPC TV, que me apoiam e torcem pelo meu sucesso. Todas as matérias que vocês fizeram, todas as chamadas, me deram uma visibilidade gigantesca tanto na cidade querida que me acolheu, tanto como na terra querida onde nasci.
FÃS!!! Vocês são demaaaaais!!! 
Pessoas maravilhosas que dão seu amor e sua lealdade sem querer coisa alguma em troca...
VOCÊS ME DÃO FORÇA, VONTADE, ENCHEM MEU CORAÇÃO DE CARINHO E MEUS OLHOS DE LÁGRIMAS (DE FELICIDADE, VIU?!?!)
Então...eu disse no começo que não acabou, né?! Hahaah
VOCÊS NÃO PERDEM POR ESPERAR!!! NOVIDADES VIRÃO EM BREVE!!!!
JÁ DISSE QUE AMO VOCÊS?!

Vívian Lemos

19 de novembro de 2013

Vivian Lemos no programa de Fátima Bernardes

Vivian Lemos, eliminada do The Voice Brasil na última semana, após batalha super concorrida com Cecília Militão, participou hoje do programa "Encontro", de Fátima Bernardes, onde participou do debate sobre ansiedade e nervosismo.

"A equipe do Encontro queria alguém do The Voice para comentar o assunto e a produção do programa me indicou", conta Vivian. Logo no começo da conversa Fátima confessou que ela fica nervosa com as apresentações do The Voice e quis saber como Vivian se sentiu. A paranaense afirmou que ficou nervosa, mas com uma ressalva: "A gente disfarça bem", brincou.


Vivian contou mais detalhes sobre a ansiedade nos bastidores do The Voice e o que ela faz para conseguir se controlar. Depois, claro, Vivian também soltou a voz no palco de Fátima Bernardes interpretando o sucesso "De Tanto Amor", de Roberto Carlos. 

Links com os vídeos do programa:







[#Instavoice] Participantes rumo às Batalhas (1º programa)

Do Instagram de Aila Menezes: "Todos somos vitoriosos! Toda caminhada é árdua! Todas as histórias dignas de vitória! Que DEUS nos ilumine!!


Na foto estão alguns dos participantes que participaram do primeiro dia de Batalhas, exibida no programa do dia 7 de novembro.

18 de novembro de 2013

Salve a cearensidade

Confira reportagem extraída do jornal "O Povo", de Fortaleza, com os participantes cearenses do programa. 


SAM ALVES

Samuel Alves nasceu em Fortaleza, mas aos quatro anos de idade foi embora para os EUA com os seus pais. Foi em Fall River, no estado de Massachusetts, que Sam e seus pais iniciaram uma nova vida. Em 2003, sua mãe o instruiu para cantar no coral da igreja que frequentava. Eis o primeiro contato de Sam com a música. Nesse mesmo ano, Sam e sua mãe retornam ao Brasil em um trabalho missionário da igreja na qual congregavam. Em Brasília, Sam passou a cantar com sua irmã Samara e, ainda por aqui, gravaram o álbum “You Are Lord”. Retornando para os EUA, Sam passou a concentrar-se mais em sua carreira solo. Neste mesmo ano surgiu a oportunidade de participar da versão americana do The Voice. Nas audições, Sam cantou Feeling Good, de Michael Bublé; não passou, mas deixou Shakira emocionada e arrependida por não ter apertado o botão. Agora, Sam vê no The Voice Brasil, a chance de mudar sua carreira.

O POVO: Você foi embora de Fortaleza ainda muito novo e só retornou muito tempo depois para lançar o seu primeiro álbum. Quais as lembranças que você tem dessa cidade?

Sam: Eu sempre estou visitando Fortaleza e sempre que posso passo minhas férias aí. Faço questão de ir às praias. Aproveito a culinária e como de tudo o que eu tenho de direito. Adoro peixe e caranguejo! Claro que não deixo de fora a oportunidade de saborear as várias opções de sorvete da 50 sabores, o que falta no Exterior. As minhas compras eu faço no Mercado Central, e sempre vou à feira da Beira Mar à noite. Faço questão de dormir em rede todos os dias. 

OP: Lá nos EUA você conseguiu consolidar sua carreira, cantando, principalmente, música gospel. Você acha que se tivesse ficado no Brasil estaria cantando da mesma forma?
Sam: Eu não acredito que estaria cantando da mesma forma. Por ter tido a oportunidade de morar no Exterior, as influências da música pop americana realmente fizeram parte da criação do meu perfil musical. 

OP: Você fazia dueto com a sua irmã, Samara. Por que optou partir para a carreira solo?
Sam: Não foi uma escolha. Simplesmente foi a vida que nos separou geograficamente, e cada um tomou seu caminho. Apesar de viver distante dela persisti no meu sonho de trilhar minha carreira musical.

OP: Por que resolveu participar do The Voice Brasil?
Sam: Foi uma oportunidade que agarrei num momento em que eu estava pensando qual seria meu próximo passo a seguir lutando pelo meu sonho. Temos que aproveitar todas elas, então pensei: por que não tentar no meu país? 

OP: Quais suas referências musicais?
Sam: Admiro muito o Michael Jackson e a Whitney Houston. Os dois dominavam a expressão em suas performances. 

OP: Todos os quatro jurados viraram para você. Por que optou pelo time da Cláudia Leitte?
Sam: Eu nunca imaginei que as quatro cadeiras fossem virar. Eu esperava uma ou duas e queria que uma delas fosse a da Claudia Leitte. Eu conhecia as músicas dela, e a carreira dela por já ser muito popular na época em que estudei o ensino médio aqui no Brasil. Também optei por ela pela afinidade musical, por ela também gostar do estilo de música que eu gosto.

OP: Está tocando algum outro projeto além do programa?
Sam: Não, no momento não tenho nenhum projeto além do programa. Meu foco agora está 100% no The Voice Brasil.

DÉBORA CIDRACK

Débora Cidrack iniciou sua carreira musical logo após o seu aniversário de 15 anos, quando o seu vídeo de apresentação foi superelogiado pelos familiares e amigos e a impulsionou a apostar na música. Ainda nessa época, foi para os Estados Unidos fazer um intercâmbio cultural e aprimorar-se na língua inglesa. Retornando ao Brasil, estudou canto lírico e logo depois começou a integrar bandas que badalavam as noites fortalezenses, como Baby Dolls, Marajazz e Matutaia. Depois de muito tempo na noite de Fortaleza, Débora partiu para São Paulo, onde mora há seis anos. Por lá participou de um concurso no Domingão do Faustão, que elegia a nova vocalista da banda Domingão. Ainda como resquício de sua participação no programa, teve a oportunidade de conhecer Selma Lins e passou a integrar o grupo Valkírias, no qual atuou como vocalista e compositora. Atualmente, faz parte do grupo pop eletrônico Shameless.

OP: Por que resolveu participar do The Voice?
Débora: Eu acompanhava com meu esposo Heric as versões americana e inglesa do programa e brincava dizendo, um dia estarei no palco do The Voice. Então quando o programa veio para o Brasil, assisti e me apaixonei e, com o incentivo do meu esposo, de amigos e familiares, resolvi me inscrever esse ano e deu super certo, graças a Deus!! 

OP: Por que escolheu ficar no time da Cláudia Leitte?
Débora: Eu vejo a Claudinha como inspiração. A Claudia é uma mulher linda, talentosa, batalhadora e eu a admiro muito, pois tudo o que ela conseguiu na vida foi na base de muita humildade e gratidão por todos que a ajudaram.

OP: No que você acha que se difere do restante dos integrantes do time da Claudia?
Débora: Todos nós temos histórias e estilos diferentes. Creio que meu diferencial seria levar emoção para o público, adoro me comunicar com eles e quero passar muita energia para eles!

OP: Por que escolheu a música Stronger?
Débora: Stronger foi uma escolha muito pessoal. A frase “ What doesn’t kill you makes you stronger” ajudou a me dar forças em momentos muito complicados e decisivos da minha vida. Virou um mantra para mim.

OP: Você e o Sam Alves estão no mesmo time e há grandes chances de vocês se ‘enfrentarem’ logo na fase das Batalhas. Como vai agir caso isso aconteça?
Débora: Sim, há chances, mas não vejo as batalhas como combates (risos). Vejo como uma forma de levar uma apresentação linda para quem está assistindo. Se for com Sam, vai ser ótimo também, pois no fim, o Ceará estará ganhando! 

OP: Durante o vt do programa, você disse que já faz 6 anos que mora em Sampa. O que mais sente falta da sua cidade natal?
Débora: Adotei São Paulo como minha cidade de coração, mas minhas raízes estão todas em Fortaleza. Amigos, família o lindo mar verde, sinto falta e tenho muito orgulho de onde nasci.

OP: Pretende algum dia voltar de vez para Fortaleza?
Débora: Uma certeza eu tenho, nunca abandonarei para sempre minha terra. Mas eu costumo dizer que  vou para aonde a música me levar .

OP: Antes de entrar no programa, já estava engajada em outros planos para o futuro?
Débora: Sim, eu já estava divulgando  a música Someone Like Me do meu trabalho autoral com o grupo eletrônico Shameless. 

OP: Você atualmente canta na banda Shameless. Prentende continuar investindo nela independentemente do resultado do programa?
Débora: Sou cantora e compositora do grupo junto com os Djs Leo Breanza e Van Basthen. Shameless é um trabalho meu, eu sou compositora de todas as músicas. Portanto é tipo um filho, e filho não tem como abandonar, né? Mas não significa que estou fechada para outras parcerias e projetos.

MARCOS LESSA

Marcos Lessa nasceu em 1991 e desde então já começou a ter a música como parte de sua vida. Seu primeiro contato físico com a música foi aos dez anos quando ganhou um teclado de seu pai e também músico Célio Lessa e dois anos depois já compunha a sua primeira canção. Em 2007 conheceu Manasses, que pode ser considerado como o seu padrinho musical. A partir desse encontro, as portas se abriram para Marcos, que passou a abrir shows de artistas importantes, como Chico César, Zeca Baleiro e Daniela Mercury; cantar o Hino Nacional Brasileiro em sessão solene realizada na Câmara dos Deputados de Brasília, além de prêmios em festivais. 

O POVO: Quando se descobriu músico?
Marcos Lessa: Desde pequeno aqui em casa tivemos uma relação muito forte. Meu pai é músico erudito, da primeira formação do grupo Sintagma e sempre teve muita influência aqui em casa. Com dez anos eu pedi um teclado de presente do meu pai e eu comecei a estudar, ter aula de teclado, piano clássico. Estudei até os 13 anos e com 20 anos eu comecei a trabalhar com o Manassés lá no Festival de Jazz & Blues (de Guaramiranga). Eu estava do lado de fora do teatro e ele (Manassés) pediu pra eu cantar, dar uma canja e ele gostou muito da minha voz e me chamou pra trabalhar com ele. Foi ele que me lançou, que me apresentou pra cena musical cearense. Devo minha carreira musical cearense a ele. 

OP: Por que optou em participar do The Voice?
Marcos: Estava sentindo que tava com o crescimento grande no Ceará, mas não queria ficar só aqui dentro e vi no The Voice como uma grande oportunidade de chegar na casa das pessoas de todo o Brasil. 

OP: Há alguma estratégia para conquistar tanto o técnico quando o público?
Marcos: Acho que a grande estratégia é conquistar as pessoas. A Globo dá pra gente várias oportunidades de contato com o público do Brasil. Não quero poupar mesmo no carisma, porque a gente tem que conquistar o povo porque na batalha quem vai escolher as vozes é o grande público. Quero conquistar as pessoas com a defesa da MPB. Tem muita gente cantando tudo e o meu diferencial é esse de ser defensor da MPB.

Créditos: Jornal O Povo

[Vídeo] Luana Mallet lança novo clipe


Luana Mallet, participante do Time de Lulu Santos na 1ª temporada do The Voice Brasil, acaba de lançar um novo clip. A canção do vídeo se chama "Longe" e é uma parceria de Luana com a cantora Ana Carolina e Glauco Fernandes. Confira:

17 de novembro de 2013

[Vídeo]Entrevista com Elias Moreira


Confira aqui entrevista com Elias Moreira para o programa "Amazônia em Revista".

16 de novembro de 2013

Entrevista: Bruna Goes para o site Acontecendo Aqui

Com 21 anos completados dia 13 de outubro, esta florianopolitana, ex-estudante de Publicidade na Unisul, há três anos vem se dedicando à uma herança familiar: a música. Este ano está participando do programa da Rede Globo, The Voice Brasil.


Bruna Góes desde criança foi influenciada pelo avô materno, Floriano Rosalino, conhecido violinista, intérprete de Villa-Lobos. Participava dos saraus musicais familiares, cantando MPB e Bossa Nova, principalmente artistas como Djavan, Elis Regina, Marisa Monte, Tom Jobim, e seu avô a incentivou a cantar em um coral. Ela precocemente manifestou sua vocação para o canto e na adolescência começou a chamar a atenção não só de sua família, mas de amigos e de quem a conhecesse. Mas sua timidez a impedia de pensar em ser uma profissional da área. Então, fez teatro por quatro anos para aprender a se soltar e conseguir coisas simples como dar esta entrevista, nas palavras dela.

Na adolescência ainda, nos saraus familiares, e em rodinhas de amigos, cantava Rock, em especial Cazuza, Cássia Eller, Barão Vermelho… e só no final dessa fase é que teve contato com o Blues, o Soul, o Jazz, que foram os estilos musicais com os quais mais se identificou. E hoje, suas maiores influências são a Amy Winehouse, Etta James, Ray Charles, Sarah Vaughan, Ed Motta, Led Zeppelin, Djavan, Milton Nascimento, Marisa Monte, Elis Regina, Chico Buarque, Nina Simone, BB King… Mas é importante frisar que, como Bruna mesmo disse, são influências, não tenta imitá-los. Muitos artistas são apenas influências, ela jamais se atreveria a fazer uma versão, uma releitura deles, por considerá-los geniais, e que seria um “crime” cantar suas músicas.

Sua voz, classificada como meso-soprano; afinada; sua idolatria por Amy Winehouse (iniciada pela música “In my bed”) e semelhança física com a mesma, fez com que fosse chamada por um amigo, em 2011, para fazer um tributo à cantora inglesa, toda caracterizada. Foi um enorme sucesso. Fez turnê dentro e fora de Santa Catarina, foi aclamada pela mídia e, assim, resolveu se entregar de vez à música. Aí sim, começou a sua carreira profissional, como cantora.

Por achar que Amy Winehouse imprimia uma contemporaneidade no estilo musical até então cantado por Ray Charles, Etta James e outros, ela se identificou com a cantora, e fez diversos shows em festas e bares cantando músicas da estrela inglesa. Mas não foi exclusivo. Ela começou a se inserir no cenário musical de Florianópolis, recebendo convites para cantar com outras bandas locais reconhecidas, como a Sociedade Soul.

Com tudo isso acontecendo em sua vida, largou de vez a faculdade de Publicidade e Propaganda na Unisul, e diz que atualmente não consegue se ver estudando de novo, apesar de ter gostado muito do curso. Quer se dedicar inteiramente, exclusivamente, à música.

Um dia, um amigo resolveu que iria inscrevê-la no programa The Voice Brasil. Concorreu com mais de 450 mil inscritos. Foi selecionada. Quando o programa começou, tinham 48 concorrentes. Ela conseguiu passar por duas fases: uma às cegas, em que foi “adotada” pela jurada Cláudia Leitte para ser sua tutora, e outra na batalha de duplas, quando cantou com a paulista Maysa Ohashi.

Na fase “às cegas” cantou sozinha. Mesmo que hoje em dia esteja mais solta e desinibida para atuar em diversos palcos da vida, Bruna conta que quando os jurados viraram a cadeira para ela, suas “pernas ficaram bambas”, tão nervosa que por um momento quase esqueceu de continuar cantando, pois a música ainda não havia terminado. Então fechou os olhos, respirou fundo e acabou a música. Carlinhos Brown e Cláudia Leitte viraram e Bruna escolheu a cantora para ser sua técnica.

Mãe consultora
Seguindo o conselho da mãe, Gláucia Rosalino – Psicóloga especialista na área de gestão e Assessora da própria filha – quando tivesse mais de uma opção e não soubesse qual seria a melhor escolha, que utilizasse sua intuição para fazê-la. E a fez bem, segundo ela. No programa seguinte, quando começava as batalhas com duplas, se saiu bem com as dicas de Cláudia Leitte e venceu sua rival e amiga, que mais se identificou no The Voice Brasil, Maysa Ohashi, ao cantar “Ain’t no mountain high enough”.

Gláucia Rosalino, diz ser difícil em certas horas separar os papéis de Assessora e de mãe. Porque ora precisa dar os puxões de orelha como toda mãe faz, ora veste a camisa de assessora e diz o que ela precisa fazer como profissional. É a mãe quem faz todos os trâmites necessários na carreira de Bruna, desde fechamentos de contratos, agendamento de entrevistas, até organização de shows. Portanto, quem quiser chamar a Bruna para se apresentar em qualquer lugar, precisa conversar com Gláucia. Está sempre ao lado da filha, até mesmo para relaxá-la, pois segundo Gláucia, Bruna é muito perfeccionista e sofre com cada erro cometido. Está sempre querendo melhorar. E com isso ela exige muito da mãe, pois pede que exijam mais dela. Nessa hora, a “mãe” não existe, somente a “Assessora”.

Fãs
Entre a primeira e segunda aparição no programa, muita coisa ocorreu. Uma adolescente de Florianópolis, chamada Maria Eduarda Schaadt, tomou a iniciativa de criar um fã-clube homenageando a nova descoberta musical nacional. Bruna, no início, achava que havia sido feito por algum amigo dela, alguém que ela conhecia. Quando descobriu que partiu de uma desconhecida a homenagem, ela ficou surpresa. Até o dia 10 de novembro, o “FC Bruna Góes” já contava com 955 curtidas. Pessoas de todas as partes do país, e até do exterior, manifestam sua idolatria pela cantora que ouviram pela primeira vez há pouquíssimo tempo. Bruna fica emocionada com as mensagens que recebe de apoio e carinho, e faz questão de responder uma a uma. Às vezes vira noites acordada para dar conta delas. Acredita que não é legal deixar nenhuma sem resposta.

Popularidade
Bruna acredita que esse tipo de coisa surgiu principalmente depois de sua aparição no Jornal do Almoço, na RBS TV de Santa Catarina. Antes, ela andava tranquilamente por Florianópolis e pouquíssimas pessoas a reconheciam na rua. Somente quando ia a São Paulo ou Rio, ela era parada a todo momento para fotos, autógrafos e vídeos para familiares e amigos da pessoa que a abordava. Depois que apareceu no Jornal do Almoço, programa com grande audiência na capital catarinense, ela começou a ter maior reconhecimento em sua cidade natal.

No dia 07 de novembro, Bruna Góes foi chamada para conhecer seu fã-clube oficial no Largo da Alfândega, no centro de Florianópolis. Um encontro para abraçar e conhecer seus fãs, dar autógrafos, tirar fotos, responder a curiosidades, e muito mais. Foi um encontro caloroso, e emocionante tanto para Bruna como para seus fãs. Chegaram com faixa, distribuíram camisetas. Bruna fez questão de abraçar um por um, tirou fotos personalizadas para o Instagram e Facebook, cumprimentou todos que passaram. E até deu algumas palhinhas para os presentes.

Dueto
No encontro com o público na Praça da Alfândega, a apresentação improvisada que agradou muito aos presentes foi a que ela cantou em conjunto com um senhor, morador de rua, que todos os dias toca violão e canta no centro da cidade. Curiosamente, para surpresa de todos, ele conhecia a música que ela havia cantado na primeira aparição do The Voice Brasil, “Proud Mary”. E não deu outra: todos se emocionaram, aplaudiram, e chamou atenção dos transeuntes. Mas não precisa ficar chateado, caro leitor, por não ter presenciado esse show urbano. Confira:


O Futuro
Perguntada sobre o reconhecimento das gravadoras, ou ao menos a manifestação de seu interesse em relação à ela, Bruna diz existir um contrato com a Rede Globo que não permite aceitar convites por enquanto. E que, os que surgirem, somente poderão ser efetuados ao término do programa.

Além de cantora, Bruna também está com um pé na composição, mas diz que por ser nova no ramo, e pela timidez, só mostrou à sua mãe o que produziu. Também precisaria de uma parceria para musicalizar suas letras, pois não sabe tocar nenhum instrumento. Será que um dia ouviremos um álbum de Bruna Góes com canções de sua própria autoria? Só o futuro nos dirá.

Realização pessoal
Desde o começo Bruna diz que ficaria feliz apenas em ter seus 3 minutos aparecendo no program da Globo e que somente isso já teria sido ótimo para sua carreira. Ela afirma que não tinha noção de que havia tantas pessoas talentosas no Brasil, o quão bom era o nível de talento deles, inclusive os outros dois candidatos catarinenses, Rubens Daniel (de Araranguá) e Janaína (de Criciúma) e que, portanto, ela fica honrada e se sente privilegiada em poder estar ali. Como ela continua no programa, diz que está feliz da vida, que está no lucro. Agora, ela vai até onde der. Cada minuto a mais trará mais visibilidade, contatos, conhecimento, reconhecimento de seu trabalho, e isso tudo é muito válido para ela. O resultado positivo de tudo isso é ela conseguir gravar seu CD e fazer com que as pessoas se identifiquem com seu trabalho.


15 de novembro de 2013

[Resumo] Batalhas II

Batalhas: os participantes são divididos em duplas, que se enfrentam numa disputa entre integrantes da própria equipe. Após cada Batalha, só um é escolhido pelo seu técnico. Quem não foi escolhido, pode ser salvo por outro técnico, no 'Peguei'. Se mais de um técnico utilizar o 'Peguei' é o participante que escolhe para qual time quer ir. Quem vencer a batalha ou for pego no ´Peguei´passa para a próxima fase.


Bruna Barreto x Luana Camarah (Assista aqui) 
Música: Blues da Piedade (Cazuza)
Venceu: Luana Camarah
Peguei: Carlinhos Brown



Cecília Militão x Vivian Lemos (Assista aqui) 
Música: Try (Pink)
Venceu:Cecília Militão
Vivian foi eliminada da disputa





Gustavo Trebien x André e Kadu (Assista aqui) 
Música: Apenas mais uma de amor (Lulu Santos)
Venceu: Gustavo Trebien
Peguei: Lulu Santos




Amanda Amado x Gabby Moura (Assista aqui) 
Música: Resposta ao Tempo (Nana Caymmi)
Venceu: Gabby Moura
Peguei: Lulu Santos e Daniel. Amanda escolheu Lulu.



Guto Santanna x Pedro Lima (Assista aqui) 
Música: Baby Can I Hold You (Tracy Chapmann)
Venceu: Pedro Lima
Peguei: Claudia Leitte



Raíza Rae x Simona Talma (Assista aqui) 
Música: Quase sem querer (Legião Urbana)
Venceu: Raíza Rae
Simona foi eliminada da disputa



Carina Mennitto x Jullie (Assista aqui) 
Música: Super Duper Love (Joss Stone)
Venceu: Jullie
Peguei: Lulu Santos



Heverton Castro x Samya Nalany (Assista aqui) 
Música: Boa Noite (Djavan)
Venceu: Heverton
Peguei: Daniel